Cheiras tão bem a promessas vãs
Sabes tão doce a esperança fugaz
Prendes-me o peito em atroz desespero
Poupas-me o calor que o teu beijo traz.
Vestes de silêncio a dor que sentes
Calas-me a voz, de confiança perdida
Ouves-me calma e serena de olhar
Acenas vazia, a vontade esquecida.
Manuel
Posted at 03:43 pm by kaleb